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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Pela porta dos fundos


Esta imagem a seguir contem um dos motivos por que Dilma compareceu a esta festa de jornaleco, para esculachar, em poucas palavras, de uma vez só, os jornalistas vendidos e os mercenários, os arquitetos da "Ditabranda", os apologistas de golpe, entre eles, o perdedor que não lhe deu as caras desde sua vitória, " a voz do morto" precisava ser ouvida, ainda que ele fosse levado a falar baixo.

O perdedor fez grande esforço para não expor seu ódio. Porém, no momento desta fotografia, sua fuga sublinhou sua covardia. Imagino que ele deva ter andado pouco na cerimônia, pois está visivelmente afetado por remédios de humor. O que o aperta e divide é o primeiro botão do paletó. Nesta imagem, ele tem os braços lançados a esmo, a expressão de ausência, o falar circunspecto, como se falasse 'para dentro'.

O outro homem é mais um dos aliados malquistos, já um inimigo desde há pelo menos seis anos. Da incompetência deste homem esguio e igualmente calvo se comprova a mediocridade do perdedor. Trata-se de um devoto: um masoquista evidente que, por isso mesmo, conseguiu estar próximo do primeiro por tanto tempo. Os boatos de que usa o Silício, como membro da opus dei, são possíveis. Sua boca contrita, o atrito das unhas, como se lhe cavassem a carne na base do dedo. Os ombros se contraem devido ao susto de ser quem foi flagrado pela lente fotográfica como acompanhante do perdedor durante a fuga; este inábil perdedor, acovardado: sua ambição suja o chão por onde passa.

Inteligente o fotógrafo que se posicionou próximo à porta dos fundos, por onde o perdedor certamente abandonaria a festa, onde se asfixiava e perdia lentamente, graças aos remédios, o controle sobre si mesmo.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Desabafo meu em outro blog

Resposta ao texto Onde o Itamaraty errou, do Blog Da Embaixada, da Folha de São Paulo, escrito por um jornalista:


Nem adianta o pessoal se esmerar a escrever mais convincentemente. A farsa da mídia direitola já cai por terra!

Não há razão ou vontade puras, julgamentos morais ilegitimam processos.
No Brasil, só o MST sabe criar poder atualmente.

Que se escurracem a si próprios os ruralistas. Senti-me e me sinto ainda traído pelo grupo Folha, a cujo "jornalismo" respeitava mais que aos outros.
Este jornal revela-me sua face autocrática e comprometida com a falência e a oligarquia. Atrasados aflitos.

Perdoo-me por haver referenciado tantas decisões e posições políticas pelo dito jornalismo. A urgência da vida!

Ladrem o quanto quiserem. Ou riam...
Sigamos o nosso caminho.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Ação orquestrada?




Soa-me tão mal. Não me resta dúvida da posição política deste jornalismo. Muito orientados, os repórteres culpabilizam a gente miserável, na ausência proposital do gestor público.

Saibamos que o Governo é PSDB/DEM. E a Subfrefeita é Soninha PPS.

BUF BUF BUF

domingo, 11 de outubro de 2009

23:09

Hoje, eu fiz pesquisa, precisava viver a chuva. Até fui chamado pelo dever. A quem, meu bem, eu devo o quê?!
Causa extrema, cara exposta, peito também.

Por aí e ali, há tantos que como eu já percebem o embuste da direitola pelos meios de comunicação hegemônicos: Abril, Folha e Globo juntas para re-instaurarem a exclusiva política de oligarquias, de interesses escusos.

Meu caminho no caminho da história. Quais são os amigos da hora? Minhas certezas e minhas interrogações.

Muitas bocas no Trombone.

Não quero parecer conclusivo, porém assumo ser incisivo.
Quero humor, isso sim! Hoje, fiz pesquisa, assim.
Até daqui a pouco.

domingo, 4 de outubro de 2009

A crise em Honduras, segundo a Globo

Luis Nassif publicou hoje à tarde este comentário de Fabiano Maisonnave, correspondente da Folha em Honduras, em seu blog, a partir de uma indicação de Renata Silva:

Menos, menos

A Globo, a Globo News e o G1 mostraram “imagens exclusivas” da Embaixada Brasileira em Tegucigalpa. Exagero. Poderiam ter usado imagens com qualidade bem melhor dos cinegrafistas da AP e da Telesur, que estão aqui desde a chegada de Zelaya e enviam material diariamente. O acesso da imprensa à embaixada é praticamente impossível, estamos realmente sitiados aqui, mas não há o grau de isolamento que a câmera tremidinha dá a entender. Sempre houve uma quantidade razoável de jornalistas acampados aqui com Zelaya, incluindo as maiores agências do mundo, Reuters (só foto) e AP (foto e TV).

E foram justamente os jornalistas que aparecemos nas imagens divulgadas, embora todas as descrições falem de “seguidores usando computadores onde fazem campanha para a volta de Zelaya ao poder”. Não há nenhum assessor do Zelaya ali. O Rodrigo Lopes, repórter da RBS que continua aqui, poderia ter sido consultado.

Bem, este pequeno texto, acompanhado de link para a reportagem do Jornal Nacional, esclarece bem a agenda da emissora acerca do golpe militar em Honduras. Ao repetir termos como "presidente deposto" e "governo interino", os repórteres assumem a concepção direitola e desrespetosa para com as instituições democráticas.

Por outro lado, não podemos negar que a Folha de São Paulo também trabalhou nesse sentido. Assim, pergunto-me: em quantos dias o Fábio estará desempregado?

Link para o canal do Nassif: O padrão Kamel de jornalismo